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Plano de saúde para crianças: entenda como funciona

Duvidas gerais

1 de Abril de 2021

Plano de saúde para crianças: entenda como funciona

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Criar hábitos saudáveis na infância é essencial para promover um desenvolvimento adequado e evitar doenças. Para isso, contratar um plano de saúde para os filhos pode ajudar os pais em etapas importantes como realizar consulta com pediatras desde os primeiros dias de vida, fazer exames de triagem neonatal e ter todas as vacinas em dia. Confira:

 

Como contratar um plano de saúde infantil?

As crianças podem ser incluídas como dependentes em planos familiares e corporativos, ou os pais podem contratar um plano de saúde individual para os filhos. Existem, ainda, os planos coletivos por adesão por meio de entidades de classe estudantil – que se aplicam a crianças maiores de seis anos.

Quando os pais contratam plano de saúde com cobertura de obstetrícia, os recém-nascidos (naturais ou adotivos) têm a cobertura garantida nos primeiros 30 dias de vida, mesmo que o parto não tenha sido realizado por meio do plano de saúde – ou seja, se tiver sido feito em hospitais particulares, pela rede pública ou, até mesmo, em casa. Esse direito está previsto no contrato do plano de saúde da mãe ou pai (natural ou adotivo).

É importante inscrever a criança como dependente no plano de saúde dentro do período de 30 dias para que ela possa aproveitar as carências já cumpridas pelos responsáveis. Do contrário, haverá carência de até 180 dias para diversos procedimentos. Ou seja, caso respeitem o prazo e os pais tenham cumprido o período de carência, o bebê será isento de cumprir a carência para coberturas assistenciais.

Se o responsável legal não tiver cumprido o prazo de carência máximo de 180 dias, a cobertura assistencial a ser prestada ao recém-nascido seguirá o limite da carência já cumprida pelo beneficiário.

Recém-nascidos incluídos no plano dentro do prazo não terão Cobertura Parcial Temporária (CPT) ou agravo caso nasçam com alguma doença ou condição que precise de tratamentos de saúde.

Coberturas de plano de saúde para crianças

É importante observar o tipo de contratação do plano de saúde: se ele for ambulatorial, a criança terá cobertura de consultas, exames e tratamentos; em caso de planos hospitalares, haverá apenas a cobertura de internação hospitalar. Há operadoras que oferecem a opção de plano de saúde com os dois tipos de cobertura – o mais adequado para crianças.

 

Plano odontológico infantil

O cuidado com a saúde bucal infantil é essencial para evitar cáries e promover um desenvolvimento oral saudável. Os planos odontológicos são uma boa forma de ajudar nesse cuidado, pois os mais simples oferecem coberturas para consultas de rotina, limpeza com aplicação de flúor, cirurgias na gengiva e extração, entre outras.

Os planos odontológicos para crianças seguem as mesmas regras dos planos de saúde. O Grupo NotreDame Intermédica oferece os planos Interodonto para todos os públicos e em todo o território nacional. Conheça mais (LINK COM PLANOS).

 

Primeiros exames

Os exames de triagem neonatal, que servem para identificar distúrbios hereditários e congênitos logo nos primeiros dias de vida, são recomendados pelo Ministério da Saúde e estão no Rol de Procedimentos Obrigatórios da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). São eles: teste do pezinho, teste da orelhinha, teste do olhinho e teste do coraçãozinho.

 

Sistema de imunização

Segundo a ANS, a vacinação não faz parte do Rol de Procedimentos Obrigatórios dos planos de saúde. Por isso, nem todos as operadoras oferecem esta opção. No entanto, algumas vacinas podem ser obtidas de forma gratuita por meio dos postos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Como funciona as idas ao pediatra

A primeira consulta com o pediatra deve acontecer assim que o bebê nasce. Ela é importante para entender o desenvolvimento e a saúde da criança, pois o médico realiza exames físicos para medir tamanho, peso, perímetro cefálico, grau de imunização e desenvolvimento neurológico.

Até os seis meses de idade é necessário realizar consultas mensais. Conforme o desenvolvimento do bebê, a frequência vai diminuindo. Dos seis meses aos dois anos, as visitas devem ser trimestrais; dos dois aos quatro, uma vez a cada seis meses. Quando a criança atinge os cinco anos, as consultas podem ser anuais.

O papel do pediatra é acompanhar o desenvolvimento da criança e do adolescente, além de ajudar na prevenção de doenças e orientar os pais sobre cuidados, rotinas e hábitos que devem ser criados.

 

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Referência

Fonte: Grupo NotreDame Intermédica com base nas informações da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) – acesso em 22/03/2021

Responsável pelo Conteúdo:

Responsável pelo conteúdo:
Luiz Celso Dias Lopes
Diretor Técnico do Grupo NotreDame Intermédica

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